Como conseguir dar entrada em um imóvel?
Dar entrada em um imóvel é o primeiro passo para conquistar a casa própria — mas também é o momento que mais exige planejamento financeiro e decisões estratégicas.
A boa notícia é que existem diversas formas de conseguir dar entrada em um imóvel, e nem todas envolvem anos juntando dinheiro. Com as opções certas e um pouco de organização, é possível antecipar esse objetivo e realizar sua compra com mais segurança e economia.
O que é a entrada de um imóvel?
A entrada é o valor inicial que você paga para adquirir o imóvel, antes de financiar ou quitar o restante da compra.
Em uma negociação tradicional, a entrada geralmente corresponde a 20% a 30% do valor total do imóvel. Por exemplo:
- Imóvel de R$ 300.000 → entrada entre R$ 60.000 e R$ 90.000
- Imóvel de R$ 500.000 → entrada entre R$ 100.000 e R$ 150.000
Esse valor serve como sinal de compromisso e reduz o valor financiado, o que impacta diretamente na taxa de juros, prazo e aprovação de crédito.
Qual o valor mínimo para dar entrada em um imóvel?
Depende do tipo de compra:
- Financiamento bancário tradicional (Caixa, Itaú, etc.): mínimo de 10% a 20%
- Imóveis na planta com construtora: entrada pode ser parcelada, às vezes menor
- Compra à vista ou com carta contemplada: você define o valor da entrada com o vendedor
Importante: além da entrada, você precisa considerar custos extras como escritura, ITBI e registro, que variam de 3% a 6% do valor do imóvel.
Como conseguir dar entrada em um imóvel?
Abaixo estão as formas mais usadas — da mais tradicional às mais estratégicas.
1. Guardar dinheiro com planejamento
É o caminho mais conhecido: separar uma quantia mensal e criar uma reserva exclusiva para a entrada.
Como fazer:
- Defina um prazo e uma meta (ex: guardar R$ 2.000 por mês por 3 anos)
- Use aplicações de baixo risco para preservar o valor
- Mantenha disciplina e evite usar o fundo para outras finalidades
Ponto de atenção: nesse modelo, o tempo de espera pode ser longo e o valor do imóvel pode subir mais rápido que a sua capacidade de poupança.
2. Usar o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço)
O FGTS pode ser usado para:
- Dar entrada na compra do imóvel
- Complementar o valor da entrada
- Amortizar parcelas ou quitar saldo devedor posteriormente
Regras básicas para uso:
- Ter, no mínimo, 3 anos de trabalho sob regime do FGTS
- O imóvel deve ser para moradia própria (não pode ser para aluguel)
- Valor do imóvel deve respeitar o limite da modalidade (geralmente até R$ 1,5 milhão)
3. Parcelar a entrada direto com a construtora
Ao comprar um imóvel na planta, muitas construtoras permitem parcelar a entrada durante a obra, sem necessidade de financiamento imediato.
Vantagens:
- Flexibilidade de pagamento
- Sem análise de crédito complexa
- Possibilidade de se organizar melhor até a entrega das chaves
Desvantagens:
- O imóvel ainda não está pronto
- Valor da entrada pode ser diluído em parcelas mais curtas e pesadas
4. Utilizar uma carta de crédito contemplada como entrada
A carta de crédito contemplada para imóvel é uma das opções mais inteligentes e pouco conhecidas para quem quer dar entrada de forma rápida e sem juros.
Você pode usar uma carta de consórcio já contemplada como forma de pagamento parcial ou total da entrada do imóvel — inclusive negociando com o vendedor como se estivesse pagando à vista.
Vantagens:
- Crédito pronto para uso imediato
- Sem juros bancários (apenas taxa de administração)
- Pode usar a carta para dar entrada e financiar o restante
- Flexibilidade para escolher o imóvel desejado
Exemplo prático:
Você compra uma carta contemplada de R$ 80.000. Usa esse valor como entrada, negocia o restante com recursos próprios ou financiamento e paga as parcelas da cota com valores mais acessíveis que um financiamento convencional.
A carta contemplada pode substituir a entrada?
Sim. Dependendo do valor da carta e da negociação com o vendedor, você pode usar a carta como pagamento total ou parcial da entrada, ou até mesmo como pagamento integral do imóvel, se o valor for suficiente.
Essa é uma excelente solução para quem tem planejamento, mas não quer comprometer todo o dinheiro à vista ou pagar taxas bancárias.
Onde conseguir uma carta contemplada segura?
Como o mercado de consórcios contempla muitas ofertas informais, é fundamental comprar carta contemplada apenas com empresas confiáveis, com estrutura jurídica e cartas homologadas.
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Dar entrada em um imóvel exige planejamento, estratégia e escolhas inteligentes. Se por um lado guardar dinheiro é sempre positivo, por outro, existem soluções mais ágeis e acessíveis, como o uso de carta contemplada, que permite antecipar sua compra com mais autonomia e menos juros.
Avalie com cuidado o que faz mais sentido para o seu momento de vida, renda e urgência. E, se precisar de ajuda para usar ou comprar uma carta contemplada com segurança, conte com a Play Contempladas.
FAQ
A maioria dos bancos exige no mínimo 10% a 20% do valor do imóvel. No consórcio ou carta contemplada, o valor pode ser negociado diretamente com o vendedor, com mais flexibilidade.
Sim. Muitas pessoas usam a carta como entrada e financiam o restante com o banco. Isso reduz o valor financiado, os juros e o prazo total da dívida.
Em alguns casos sim — principalmente em programas habitacionais ou imóveis com subsídio. Mas na maioria das negociações, algum valor de entrada será necessário.
Sim, se você estiver dentro das regras e o imóvel for para moradia própria. É uma forma de usar um recurso parado a seu favor, sem impacto imediato no seu orçamento.
Sim, desde que a administradora da carta aceite e a construtora permita o modelo de pagamento via consórcio. O ideal é validar antes da negociação.



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